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sábado, 18 de junho de 2016

Indústria de informática deve se manter estavel

http://www.rioinfo.com.br/2016/industria-brasileira-de-software-e-servicos-de-ti-ibss-deve-se-manter-estavel-segundo-softex/

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Cra promove palestra sobre invasão de redes

http://www.cra-rj.adm.br/evento/teste-de-invasao-de-redes-uma-ferramenta-para-reforcar-a-seguranca-do-seu-negocio/

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Crimes digitais, entenda o que é.

Delegado especialista em crimes digitais, Emerson Wendt, palestrou na IMED

O delegado especialista em crimes digitais, Emerson Wendt, palestrou na IMED nesta semana onde abordou o tema “Crimes Cibernéticos: Ameaças e procedimentos de investigação”.

 

Confira a entrevista:

 

IMED - O que configura um crime virtual?

Emerson Wendt (EW) - Crime Virtual ele pode ser configurado por uma conduta hoje prevista na Lei Penal, em uma Lei extravagante como crime. Então o computador pode ser um meio ou pode ser o objetivo do criminoso como acontece, por exemplo, na urna eletrônica. Que a urna eletrônica nada mais é do que um sistema de computação que se invadido, se adulterado há uma caracterização do crime. Ou no caso da pedofilia, a transmissão através de qualquer meio da internet e de telefonia também de imagens contendo cenas de sexo explícito envolvendo criança e adolescente, é uma caracterização penal ali existente. Da mesma forma, por exemplo, a questão do furto. Eu posso cometer um furto pela internet, o que vai mudar é o meio da prática, que é a internet ou a questão do estelionato também bastante comum. Eu coloco a venda um produto no âmbito da internet em um site de compra e venda e alguém vai lá, compra e eu não entrego o produto. É a caracterização do estelionato onde o meio que é diferenciado. Não é mais o estelionato no contato entre duas pessoas, mas através da internet.

 

IMED - Quais são os crimes mais comuns na internet?

EW - Os mais comuns são os crimes contra a honra que são injúria, calúnia e difamação no âmbito das redes sociais, principalmente agora neste período eleitoral houve muito isso, onde um candidato acusava o outro de determinada conduta para ver se conseguia diminuir os eleitores do concorrente. As mídias sociais, Orkut, Facebook, Twitter, Ask.fm e vários outros são muito utilizados para cometimento desse tipo de crime.

 

IMED - O uso de aparelhos móveis fez com que aumentasse o número de crimes digitais?

EW - Sim. Isso começou bastante a partir do segundo semestre do ano passado, a questão do Mobile principalmente no acesso a sistema bancário gerou uma preocupação muito grande por parte das empresas de segurança da internet e esse uso da internet freqüente em celulares, smartphones e Tablets causou justamente um boom de empresas oferecendo produtos nessa área e isso também uma vulnerabilidade muito grande.

 

IMED - Existe um perfil-alvo procurado pelo criminoso ou qualquer um pode ser vítima?

EW - Nada é 100% seguro na internet então qualquer um pode ser vítima. Não tem a ver necessariamente com a questão de segurança, mas até com a questão de exposição ou não na internet. O que a gente orienta é que a pessoa procure restringir ao máximo o maior número de informações no âmbito da internet porque a cada informação nova divulgada é um dado novo que o criminoso tem que pode ser usado contra nós.

 

IMED - Como não ser vítima? Que cuidados devem ser tomados?

EW - Os cuidados básicos em termos de computador são um sistema operacional original, atualizado, antivírus, com firewall, e o usuário estar muito atento na questão da internet, ou seja, prestar atenção, ler bastante sobre os perigos na internet e evitar o que eu chamo “síndrome do clic”, sair clicando em tudo o que aparece na frente. Porque nessa parte de clicar tem bastante pragas virtuais e elas se instalam no computador e passam a monitorar toda a vida do usuário na internet.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Medical devices vulnerable to hackers

Medical devices vulnerable to hackers

A boy having an MRI scanImage copyrightGetty Images
Image captionThe researchers set up a fake MRI machine to test whether it would attract hackers
Thousands of critical medical systems, such as MRI machines, are available for hackers to access online, according to researchers.
Some 68,000 medical systems from a large unnamed US health group have been exposed, they said.
Security researchers Scott Erven and Mark Collao presented their findings at hacker conference Derbycon.
They also revealed that they had created fake medical devices which attracted thousands of hackers.
Interfaces connected to medical systems were available via search engine Shodan, the researchers told conference-goers.
The researchers used Shodan - a search engine specifically for internet-connected devices - to look for exposed software from a range of health treatment providers, such as radiology and paediatric clinics, as well as one large healthcare organisation.
They told tech news website the Register that they ended up with "thousands of misconfigurations and direct attack vectors".

Medical malware

Hospitals whose networking equipment and administrative computers were exposed online risked attacks and the exposure of patient data, they said.
Such information would allow attackers to build up details on health organisations, including exact information about where medical devices were housed, they added.
Then it would be a case of "crafting an email and sending it to the guy who has access to that device with a payload that will run on the machine", Mr Collao said.
Presenting their findings at hacking conference Derbycon, the researchers said they had reported dozens of vulnerabilities to big-name medical device manufacturers over the last year.
The pair also ran an experiment to illustrate how hackers were already targeting medical devices.
For six months, they ran fake MRI and defibrillator machines in the form of software which mimicked the real devices.
The two fake machines attracted tens of thousands of login attempts and some 299 attempts to download malware, the researchers said.
The fact that their "honeypot" devices attracted so much interest suggests that medical devices are a target for hackers, said security researcher Ken Munro.
He emphasised the need to make the real-life versions more secure.
"Medical devices should not be available on the public internet. They should be behind multiple layers of protection," he said.
"Based on their research, we can see that hackers will have a go at devices that are clearly critical medical systems. That is scary, if unsurprising.
"What is even scarier is that the research shows that some medical devices have already been compromised."

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Workshop segurança cibernética é noticia


Segurança da informação será tema de workshop no Rio de Janeiro
Últimas Notícias - Notícias
TER, 11 DE NOVEMBRO DE 2014 10:30 ESCRITO POR AGÊNCIA GESTÃO CT&I

O avanço das ameaças no ciberespaço e as formas de se proteger no meio virtual serão termas do workshop “Segurança Cibernética para as novas Infraestruturas Inteligentes”, a ser realizado nesta quinta-feira (13) no pólo de laboratórios do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), no município de Duque de Caxias (RJ). A programação, que inclui painéis e sessões técnicas, tem como proposta incentivar um debate sobre a importância do desenvolvimento de ferramentas de segurança.
Promovido pelo Inmetro e seu equivalente nos Estados Unidos, o National Institute of Standarts and Technology (NIST), o encontro abordará assuntos como o controle e monitoramento via rede de serviços como água e energia elétrica, por exemplo. As duas entidades já desenvolveram pesquisas conjuntas em áreas estratégicas, como calibração e biocombustíveis, entre outras.

Para saber mais detalhes sobre as inscrições, além da programação completa, acesse o site do workshop neste link.

(Agência Gestão CT&I,

EM 2026, CIBERSEGURANÇA DEIXOU DE SER UM PROBLEMA TÉCNICO A transição da defesa tática para a liderança estratégica em infraestruturas crít...