- 29 September 2015
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terça-feira, 20 de outubro de 2015
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
Siri e Google Now sob ameça hacker
Matéria completa: http://canaltech.com.br/noticia/hacker/pesquisadores-descobrem-que-siri-e-google-now-podem-ser-hackeados-50907/#ixzz3ojEzAqrI
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quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Healhcare sector under risk
Healthcare industry is increasingly a target for cybercriminals
Darren Allan 14/10/2015
By Darren Allan, CONTRIBUTING EDITOR
SECURITY NEWS Healthcare industry is increasingly a target for cybercriminals
The healthcare industry is increasingly looking like a tempting target for cybercriminals, according to a new piece of research.
The study in question is the 2015 Security Health Check Report from Trustwave, which took in the opinions of almost 400 professionals working in healthcare in the US.
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And no less than 91 per cent of respondents on the technical side said they believed that malicious parties are increasingly targeting healthcare organisations (compared to 77 per cent of non-technical respondents – although that’s still a high figure).
Medical data is obviously of a sensitive nature, and therefore quite a potential prize for cybercriminals – and indeed the reputation of the health sector as a soft target in terms of defences won’t help.
Indeed, the survey also pointed out that only 10 per cent or less of healthcare organisation’s IT budget is put into security measures to protect patients’ data.
When asked whether they were concerned about their company being breached by a hacker, 74 per cent of technical respondents said they were (and 51 per cent of non-technical respondents).
And just over a third of technical respondents said that they believe their organisation does not have enough staff members dedicated to security, with the same amount stating that their company only performs vulnerability testing once per year.
65 per cent of non-technical respondents said external threats were much more of a worry than insiders, and a quarter indicated that their organisation doesn’t have an incident response plan.
Steve Kelley, senior vice president of corporate and product marketing at Trustwave, commented: “Today’s health care industry is under attack. From hospitals to physicians to urgent care clinics, health care organisations are swimming in consumer data and must make security a priority in order to protect it.
“Security challenges are nothing new for any business but the level of distress exponentially increases when someone’s life may actually depend on the protection of sensitive data.
Read more: http://www.itproportal.com/2015/10/14/healthcare-industry-is-increasingly-a-target-for-cybercriminals/#ixzz3oXERfqEf
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
Medical devices vulnerable to hackers
Medical devices vulnerable to hackers
Medical malware
sábado, 26 de setembro de 2015
Evento sobre RDC 16 vai agitar a indústria farmaceutica
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
sábado, 12 de setembro de 2015
Ecologia também é tecnologia
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
Ransomware chega ao Brasil
Como os criminosos instalam o ransomware?
Perícia em informática ganha força
Maceió
terça-feira, 8 de setembro de 2015
PF tem Supercomputador para quebrar senhas
Sala secreta na PF no Paraná tem supercomputador "quebra senhas"
Sala secreta na PF no Paraná tem supercomputador "quebra senhas" Reprodução/Portal G1Clique para ampliar a imagem
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Fantástico entra nas salas secretas da operação Lava Jato em Curitiba
Computadores quebram segredos mais bem guardados da operação.
PF investiga esquema de corrupção que envolve bilhões de reais.
O Fantástico conseguiu entrar nas salas secretas da operação Lava Jato. É nesse lugar que uma força-tarefa investiga um esquema de corrupção que envolve bilhões de reais. Você vai ver como especialistas conseguem rastrear esse dinheiro e apontar os culpados.
A maior investigação contra corrupção no Brasil começa na sede da Polícia Federal em Curitiba. Desde que policiais federais do Paraná começaram a investigar transações suspeitas feitas por um doleiro, tudo o que se relaciona à operação Lava Jato passa por lá. Nos últimos dois anos, empresários, doleiros e políticos foram presos e levados para o prédio. A maioria investigada por desvio de dinheiro público.
Mas a Superintendência da Polícia Federal tem vários setores, além da carceragem. É lá que se concentra a força-tarefa da Lava Jato. E o prédio esconde um dos grandes segredos desta operação. Pela primeira vez, uma equipe de reportagem teve acesso ao departamento de inteligência da Polícia Federal. É onde trabalham peritos e analistas. São os bastidores da operação.
Todo o departamento é cercado de segurança. Tudo corre em sigilo.
Um computador trabalha 24 horas por dia decifrando códigos, testando combinações de letras e números até conseguir acesso a arquivos e e-mails protegidos. É um quebrador de senhas. Ele faz sozinho o trabalho de 12 trilhões de calculadoras juntas. É a maior máquina deste tipo do Brasil.
Uma sala guarda centenas de computadores, celulares e pen drives que pertenciam aos investigados. "Nós recebemos este material lacrado. Toda a perícia é realizada nas cópias, para que o original fosse preservado", explica um perito.
A perícia copia documentos que estão nesses computadores e usa uma ferramenta especial para ler as informações contidas nesses arquivos. Funciona assim: cada nota, recibo ou extrato bancário encontrado é uma imagem, como uma foto. A ferramenta consegue ler e armazenar os dados desta imagem. Assim, a polícia pode pescar transações ilegais num mar de números.
Fantástico: A gente vê que o computador é bem grande, bem maior do que a gente tem em casa. Ele é mais potente, quantas vezes mais potente?
Perito: Ele, em média, seria dez vezes mais rápido, com poder de proessamento maior.
Outros computadores leem o conteúdo de telefones celulares. O perito faz o teste no celular da repórter Ana Zimmerman.
Ana: O que você consegue descobrir, todas as ligações?
Perito: Ligações, contatos, mensagens.
Ana: Mesmo que eu tenha apagado algum contato ali você acha?
Perito: Mesmo que tenha apagado.
O material descoberto em celulares dos investigados é usado como prova nos processos, como, por exemplo, mensagens trocadas entre o doleiro Alberto Youssef e outros investigados. Numa delas, Youssef escreveu: "Vou te passar uma conta para depósito". Oito aparelhos celulares apreendidos na casa de Marcelo Odebrecht, presidente de uma das empreiteiras investigadas, também foram examinados.
Em outra sala, analistas e contadores seguem o caminho do dinheiro: de onde veio, para onde vai. São trinta peritos trabalhando.
A equipe vasculhou as contas do ex-ministro José Dirceu. O perito criminal federal Ivan Pinto cruzou informações das contas bancárias e das declarações de imposto de renda do ex-ministro. Os dados serão usados no processo. "No caso do investigado José Dirceu, houve uma evolução patrimonial superior à disponibilidade financeira dele", aponta.
Esta semana, o ex-ministro foi denunciado por organização criminosa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele foi transferido para um presídio em Pinhais, também no Paraná. Ele nega que tenha participado do esquema de corrupção.
Trabalhando juntos, contadores e engenheiros já analisaram documentos que mostram a movimentação de R$ 200 bilhões entre as empresas investigadas na operação Lava Jato. O desafio é mostrar o que são recursos lícitos e o que é dinheiro ilegal.
Desse total, a força-tarefa já descobriu R$ 6,7 bilhões que foram desviados da Petrobras. Quase R$ 300 milhões já voltaram para a empresa, e o Ministério Público já fez acordos para garantir a recuperação de quase R$ 1,7 bilhão.
"Nós nos entusiasmamos com os resultados que nós encontramos no dia a dia, quando nós fazemos o nossos exames e verificamos que conseguimos transformar dados desconexos em provas técnicas", destaca o perito criminal federal Fabio Salvador.
A operação Lava Jato já está na 18ª fase e quem trabalha no centro nervoso dessa operação quer acompanhar esta história até o final.
Assista ao vídeo no Portal G1
Fonte: Portal G1
sábado, 5 de setembro de 2015
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