quarta-feira, 9 de março de 2016

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Crimes digitais, entenda o que é.

Delegado especialista em crimes digitais, Emerson Wendt, palestrou na IMED

O delegado especialista em crimes digitais, Emerson Wendt, palestrou na IMED nesta semana onde abordou o tema “Crimes Cibernéticos: Ameaças e procedimentos de investigação”.

 

Confira a entrevista:

 

IMED - O que configura um crime virtual?

Emerson Wendt (EW) - Crime Virtual ele pode ser configurado por uma conduta hoje prevista na Lei Penal, em uma Lei extravagante como crime. Então o computador pode ser um meio ou pode ser o objetivo do criminoso como acontece, por exemplo, na urna eletrônica. Que a urna eletrônica nada mais é do que um sistema de computação que se invadido, se adulterado há uma caracterização do crime. Ou no caso da pedofilia, a transmissão através de qualquer meio da internet e de telefonia também de imagens contendo cenas de sexo explícito envolvendo criança e adolescente, é uma caracterização penal ali existente. Da mesma forma, por exemplo, a questão do furto. Eu posso cometer um furto pela internet, o que vai mudar é o meio da prática, que é a internet ou a questão do estelionato também bastante comum. Eu coloco a venda um produto no âmbito da internet em um site de compra e venda e alguém vai lá, compra e eu não entrego o produto. É a caracterização do estelionato onde o meio que é diferenciado. Não é mais o estelionato no contato entre duas pessoas, mas através da internet.

 

IMED - Quais são os crimes mais comuns na internet?

EW - Os mais comuns são os crimes contra a honra que são injúria, calúnia e difamação no âmbito das redes sociais, principalmente agora neste período eleitoral houve muito isso, onde um candidato acusava o outro de determinada conduta para ver se conseguia diminuir os eleitores do concorrente. As mídias sociais, Orkut, Facebook, Twitter, Ask.fm e vários outros são muito utilizados para cometimento desse tipo de crime.

 

IMED - O uso de aparelhos móveis fez com que aumentasse o número de crimes digitais?

EW - Sim. Isso começou bastante a partir do segundo semestre do ano passado, a questão do Mobile principalmente no acesso a sistema bancário gerou uma preocupação muito grande por parte das empresas de segurança da internet e esse uso da internet freqüente em celulares, smartphones e Tablets causou justamente um boom de empresas oferecendo produtos nessa área e isso também uma vulnerabilidade muito grande.

 

IMED - Existe um perfil-alvo procurado pelo criminoso ou qualquer um pode ser vítima?

EW - Nada é 100% seguro na internet então qualquer um pode ser vítima. Não tem a ver necessariamente com a questão de segurança, mas até com a questão de exposição ou não na internet. O que a gente orienta é que a pessoa procure restringir ao máximo o maior número de informações no âmbito da internet porque a cada informação nova divulgada é um dado novo que o criminoso tem que pode ser usado contra nós.

 

IMED - Como não ser vítima? Que cuidados devem ser tomados?

EW - Os cuidados básicos em termos de computador são um sistema operacional original, atualizado, antivírus, com firewall, e o usuário estar muito atento na questão da internet, ou seja, prestar atenção, ler bastante sobre os perigos na internet e evitar o que eu chamo “síndrome do clic”, sair clicando em tudo o que aparece na frente. Porque nessa parte de clicar tem bastante pragas virtuais e elas se instalam no computador e passam a monitorar toda a vida do usuário na internet.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Tecnologia a serviço do café

Mecanismos de monitoramento climático e fitossanitário para a cafeicultura são tema do Prosa Rural, programa de rádio da EmbrapaO trabalho é feito pela Fundação Procafé, participante do Consórcio Pesquisa Café coordenado pela Embrapa Café, em conjunto com o Ministério da Agricultura e parceiros regionais

Os produtores do Sul e do Oeste de Minas Gerais contam com ferramenta que os auxilia no planejamento da condução da lavoura cafeeira. São as Estações de Avisos Climáticos e Fitossanitários, que fazem monitoramento constante das condições climáticas e fitossanitárias para a cafeicultura da região. O trabalho é feito pela Fundação Procafé, participante do Consórcio Pesquisa Café coordenado pela Embrapa Café, em conjunto com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Mapa e parceiros regionais.

Mecanismos de monitoramento climático e fitossanitário para a cafeicultura são o tema do programa de rádio da Embrapa, o Prosa Rural, da grade desta semana para as regiões Centro-Oeste/Sudeste e Sul, ficando disponível para acesso no Observatório do Café do Consórcio Pesquisa Café (Vídeos e Áudios) e a inda no site do Prosa Rural. Nesta edição, o pesquisador Rodrigo Paiva, da Fundação Procafé, mostra como é possível fazer, de modo sustentável, um manejo integrado de pragas e de irrigação a partir dos resultados gerados por essas Estações. Para ouvir o programa, clique aqui. 

Para ler a matéria na íntegra, acesse os sites da Embrapa Café e do Consórcio Pesquisa Café.

Gerência de Transferência de Tecnologia da Embrapa Café

Contatos: cafe.imprensa@embrapa.br / 61 3448-4010

domingo, 25 de outubro de 2015

Sequestro de servidores

http://www.slideshare.net/GuilhermeNeves4/1-webminar-sobre-ransonware-para-gestores-pblicos-53400858?from_m_app=android

EM 2026, CIBERSEGURANÇA DEIXOU DE SER UM PROBLEMA TÉCNICO A transição da defesa tática para a liderança estratégica em infraestruturas crít...