- 29 September 2015
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quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
Estado Islâmico prepara ataque hitech
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
Avanços da medicina com o auxílio da tecnologia
quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
social mining para campanha
A ciência de dados auxiliando as sua campanhas , políticas e comerciais.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Crimes digitais, entenda o que é.
Delegado especialista em crimes digitais, Emerson Wendt, palestrou na IMED
O delegado especialista em crimes digitais, Emerson Wendt, palestrou na IMED nesta semana onde abordou o tema “Crimes Cibernéticos: Ameaças e procedimentos de investigação”.
Confira a entrevista:
IMED - O que configura um crime virtual?
Emerson Wendt (EW) - Crime Virtual ele pode ser configurado por uma conduta hoje prevista na Lei Penal, em uma Lei extravagante como crime. Então o computador pode ser um meio ou pode ser o objetivo do criminoso como acontece, por exemplo, na urna eletrônica. Que a urna eletrônica nada mais é do que um sistema de computação que se invadido, se adulterado há uma caracterização do crime. Ou no caso da pedofilia, a transmissão através de qualquer meio da internet e de telefonia também de imagens contendo cenas de sexo explícito envolvendo criança e adolescente, é uma caracterização penal ali existente. Da mesma forma, por exemplo, a questão do furto. Eu posso cometer um furto pela internet, o que vai mudar é o meio da prática, que é a internet ou a questão do estelionato também bastante comum. Eu coloco a venda um produto no âmbito da internet em um site de compra e venda e alguém vai lá, compra e eu não entrego o produto. É a caracterização do estelionato onde o meio que é diferenciado. Não é mais o estelionato no contato entre duas pessoas, mas através da internet.
IMED - Quais são os crimes mais comuns na internet?
EW - Os mais comuns são os crimes contra a honra que são injúria, calúnia e difamação no âmbito das redes sociais, principalmente agora neste período eleitoral houve muito isso, onde um candidato acusava o outro de determinada conduta para ver se conseguia diminuir os eleitores do concorrente. As mídias sociais, Orkut, Facebook, Twitter, Ask.fm e vários outros são muito utilizados para cometimento desse tipo de crime.
IMED - O uso de aparelhos móveis fez com que aumentasse o número de crimes digitais?
EW - Sim. Isso começou bastante a partir do segundo semestre do ano passado, a questão do Mobile principalmente no acesso a sistema bancário gerou uma preocupação muito grande por parte das empresas de segurança da internet e esse uso da internet freqüente em celulares, smartphones e Tablets causou justamente um boom de empresas oferecendo produtos nessa área e isso também uma vulnerabilidade muito grande.
IMED - Existe um perfil-alvo procurado pelo criminoso ou qualquer um pode ser vítima?
EW - Nada é 100% seguro na internet então qualquer um pode ser vítima. Não tem a ver necessariamente com a questão de segurança, mas até com a questão de exposição ou não na internet. O que a gente orienta é que a pessoa procure restringir ao máximo o maior número de informações no âmbito da internet porque a cada informação nova divulgada é um dado novo que o criminoso tem que pode ser usado contra nós.
IMED - Como não ser vítima? Que cuidados devem ser tomados?
EW - Os cuidados básicos em termos de computador são um sistema operacional original, atualizado, antivírus, com firewall, e o usuário estar muito atento na questão da internet, ou seja, prestar atenção, ler bastante sobre os perigos na internet e evitar o que eu chamo “síndrome do clic”, sair clicando em tudo o que aparece na frente. Porque nessa parte de clicar tem bastante pragas virtuais e elas se instalam no computador e passam a monitorar toda a vida do usuário na internet.
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
Tecnologia a serviço do café
Mecanismos de monitoramento climático e fitossanitário para a cafeicultura são tema do Prosa Rural, programa de rádio da EmbrapaO trabalho é feito pela Fundação Procafé, participante do Consórcio Pesquisa Café coordenado pela Embrapa Café, em conjunto com o Ministério da Agricultura e parceiros regionais
Os produtores do Sul e do Oeste de Minas Gerais contam com ferramenta que os auxilia no planejamento da condução da lavoura cafeeira. São as Estações de Avisos Climáticos e Fitossanitários, que fazem monitoramento constante das condições climáticas e fitossanitárias para a cafeicultura da região. O trabalho é feito pela Fundação Procafé, participante do Consórcio Pesquisa Café coordenado pela Embrapa Café, em conjunto com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Mapa e parceiros regionais.
Mecanismos de monitoramento climático e fitossanitário para a cafeicultura são o tema do programa de rádio da Embrapa, o Prosa Rural, da grade desta semana para as regiões Centro-Oeste/Sudeste e Sul, ficando disponível para acesso no Observatório do Café do Consórcio Pesquisa Café (Vídeos e Áudios) e a inda no site do Prosa Rural. Nesta edição, o pesquisador Rodrigo Paiva, da Fundação Procafé, mostra como é possível fazer, de modo sustentável, um manejo integrado de pragas e de irrigação a partir dos resultados gerados por essas Estações. Para ouvir o programa, clique aqui.
Para ler a matéria na íntegra, acesse os sites da Embrapa Café e do Consórcio Pesquisa Café.
Gerência de Transferência de Tecnologia da Embrapa Café
Contatos: cafe.imprensa@embrapa.br / 61 3448-4010
domingo, 25 de outubro de 2015
Sequestro de servidores
terça-feira, 20 de outubro de 2015
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
Siri e Google Now sob ameça hacker
Matéria completa: http://canaltech.com.br/noticia/hacker/pesquisadores-descobrem-que-siri-e-google-now-podem-ser-hackeados-50907/#ixzz3ojEzAqrI
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quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Healhcare sector under risk
Healthcare industry is increasingly a target for cybercriminals
Darren Allan 14/10/2015
By Darren Allan, CONTRIBUTING EDITOR
SECURITY NEWS Healthcare industry is increasingly a target for cybercriminals
The healthcare industry is increasingly looking like a tempting target for cybercriminals, according to a new piece of research.
The study in question is the 2015 Security Health Check Report from Trustwave, which took in the opinions of almost 400 professionals working in healthcare in the US.
SEE ALSO: Steve "the Woz" Wozniak trolls Samsung: Sells "worthless" Galaxy Gear smartwatch on eBay
And no less than 91 per cent of respondents on the technical side said they believed that malicious parties are increasingly targeting healthcare organisations (compared to 77 per cent of non-technical respondents – although that’s still a high figure).
Medical data is obviously of a sensitive nature, and therefore quite a potential prize for cybercriminals – and indeed the reputation of the health sector as a soft target in terms of defences won’t help.
Indeed, the survey also pointed out that only 10 per cent or less of healthcare organisation’s IT budget is put into security measures to protect patients’ data.
When asked whether they were concerned about their company being breached by a hacker, 74 per cent of technical respondents said they were (and 51 per cent of non-technical respondents).
And just over a third of technical respondents said that they believe their organisation does not have enough staff members dedicated to security, with the same amount stating that their company only performs vulnerability testing once per year.
65 per cent of non-technical respondents said external threats were much more of a worry than insiders, and a quarter indicated that their organisation doesn’t have an incident response plan.
Steve Kelley, senior vice president of corporate and product marketing at Trustwave, commented: “Today’s health care industry is under attack. From hospitals to physicians to urgent care clinics, health care organisations are swimming in consumer data and must make security a priority in order to protect it.
“Security challenges are nothing new for any business but the level of distress exponentially increases when someone’s life may actually depend on the protection of sensitive data.
Read more: http://www.itproportal.com/2015/10/14/healthcare-industry-is-increasingly-a-target-for-cybercriminals/#ixzz3oXERfqEf
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
Medical devices vulnerable to hackers
Medical devices vulnerable to hackers
Medical malware
sábado, 26 de setembro de 2015
Evento sobre RDC 16 vai agitar a indústria farmaceutica
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