sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Crimes digitais, entenda o que é.

Delegado especialista em crimes digitais, Emerson Wendt, palestrou na IMED

O delegado especialista em crimes digitais, Emerson Wendt, palestrou na IMED nesta semana onde abordou o tema “Crimes Cibernéticos: Ameaças e procedimentos de investigação”.

 

Confira a entrevista:

 

IMED - O que configura um crime virtual?

Emerson Wendt (EW) - Crime Virtual ele pode ser configurado por uma conduta hoje prevista na Lei Penal, em uma Lei extravagante como crime. Então o computador pode ser um meio ou pode ser o objetivo do criminoso como acontece, por exemplo, na urna eletrônica. Que a urna eletrônica nada mais é do que um sistema de computação que se invadido, se adulterado há uma caracterização do crime. Ou no caso da pedofilia, a transmissão através de qualquer meio da internet e de telefonia também de imagens contendo cenas de sexo explícito envolvendo criança e adolescente, é uma caracterização penal ali existente. Da mesma forma, por exemplo, a questão do furto. Eu posso cometer um furto pela internet, o que vai mudar é o meio da prática, que é a internet ou a questão do estelionato também bastante comum. Eu coloco a venda um produto no âmbito da internet em um site de compra e venda e alguém vai lá, compra e eu não entrego o produto. É a caracterização do estelionato onde o meio que é diferenciado. Não é mais o estelionato no contato entre duas pessoas, mas através da internet.

 

IMED - Quais são os crimes mais comuns na internet?

EW - Os mais comuns são os crimes contra a honra que são injúria, calúnia e difamação no âmbito das redes sociais, principalmente agora neste período eleitoral houve muito isso, onde um candidato acusava o outro de determinada conduta para ver se conseguia diminuir os eleitores do concorrente. As mídias sociais, Orkut, Facebook, Twitter, Ask.fm e vários outros são muito utilizados para cometimento desse tipo de crime.

 

IMED - O uso de aparelhos móveis fez com que aumentasse o número de crimes digitais?

EW - Sim. Isso começou bastante a partir do segundo semestre do ano passado, a questão do Mobile principalmente no acesso a sistema bancário gerou uma preocupação muito grande por parte das empresas de segurança da internet e esse uso da internet freqüente em celulares, smartphones e Tablets causou justamente um boom de empresas oferecendo produtos nessa área e isso também uma vulnerabilidade muito grande.

 

IMED - Existe um perfil-alvo procurado pelo criminoso ou qualquer um pode ser vítima?

EW - Nada é 100% seguro na internet então qualquer um pode ser vítima. Não tem a ver necessariamente com a questão de segurança, mas até com a questão de exposição ou não na internet. O que a gente orienta é que a pessoa procure restringir ao máximo o maior número de informações no âmbito da internet porque a cada informação nova divulgada é um dado novo que o criminoso tem que pode ser usado contra nós.

 

IMED - Como não ser vítima? Que cuidados devem ser tomados?

EW - Os cuidados básicos em termos de computador são um sistema operacional original, atualizado, antivírus, com firewall, e o usuário estar muito atento na questão da internet, ou seja, prestar atenção, ler bastante sobre os perigos na internet e evitar o que eu chamo “síndrome do clic”, sair clicando em tudo o que aparece na frente. Porque nessa parte de clicar tem bastante pragas virtuais e elas se instalam no computador e passam a monitorar toda a vida do usuário na internet.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Tecnologia a serviço do café

Mecanismos de monitoramento climático e fitossanitário para a cafeicultura são tema do Prosa Rural, programa de rádio da EmbrapaO trabalho é feito pela Fundação Procafé, participante do Consórcio Pesquisa Café coordenado pela Embrapa Café, em conjunto com o Ministério da Agricultura e parceiros regionais

Os produtores do Sul e do Oeste de Minas Gerais contam com ferramenta que os auxilia no planejamento da condução da lavoura cafeeira. São as Estações de Avisos Climáticos e Fitossanitários, que fazem monitoramento constante das condições climáticas e fitossanitárias para a cafeicultura da região. O trabalho é feito pela Fundação Procafé, participante do Consórcio Pesquisa Café coordenado pela Embrapa Café, em conjunto com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Mapa e parceiros regionais.

Mecanismos de monitoramento climático e fitossanitário para a cafeicultura são o tema do programa de rádio da Embrapa, o Prosa Rural, da grade desta semana para as regiões Centro-Oeste/Sudeste e Sul, ficando disponível para acesso no Observatório do Café do Consórcio Pesquisa Café (Vídeos e Áudios) e a inda no site do Prosa Rural. Nesta edição, o pesquisador Rodrigo Paiva, da Fundação Procafé, mostra como é possível fazer, de modo sustentável, um manejo integrado de pragas e de irrigação a partir dos resultados gerados por essas Estações. Para ouvir o programa, clique aqui. 

Para ler a matéria na íntegra, acesse os sites da Embrapa Café e do Consórcio Pesquisa Café.

Gerência de Transferência de Tecnologia da Embrapa Café

Contatos: cafe.imprensa@embrapa.br / 61 3448-4010

domingo, 25 de outubro de 2015

Sequestro de servidores

http://www.slideshare.net/GuilhermeNeves4/1-webminar-sobre-ransonware-para-gestores-pblicos-53400858?from_m_app=android

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Siri e Google Now sob ameça hacker

A Siri e o Google Now são recursos de assistente pessoal exclusivos para os donos dos aparelhos. Porém, um grupo de pesquisadores franceses descobriu que as ferramentas são capazes de obedecer não só ao dono do dispositivo, mas também a hackers. Foi descoberto que ela é capaz de atender comandos via rádio de uma distância de um pouco mais de quatro metros.
Os pesquisadores da agência do governo francês ANSSI, dedicada à segurança da informação, mostraram que os hackers conseguem usar sinais de rádio para, silenciosamente, acionar comandos de voz em qualquer iPhone ou aparelhos Android com o Google Now. Basta eles usarem um par de fones de ouvido e um microfone.
O hacker, então, usa o cabo destes fones de ouvido como se fosse uma antena, explorando o fio para fazer a conversão das ondas eletromagnéticas clandestinas em sinais elétricos, que são transmitidos diretamente para o sistema operacional do aparelho, até chegar ao áudio do microfone da vítima.
Na sequência, sem precisar falar uma palavra, os hackers conseguem fazer chamadas, enviar mensagens de texto, discar números para transformar o aparelho em um dispositivo de espionagem, direcionar o navegador para um site de malware, enviar spams e mensagens de phishing via email, Facebook ou Twitter.
"A possibilidade de induzir sinais parasitas no front-end de áudio de dispositivos de voz com capacidade de comando poderia trazer impactos críticos de segurança", comentam os dois pesquisadores franceses, José Lopes Esteves e Chaouki Kasmi. "O céu é o limite aqui. Tudo o que você pode fazer por meio da interface de voz, você pode fazer de maneira remota e discreta através de ondas eletromagnéticas", afirmou Vincent Strubel, diretor do grupo de pesquisas na ANSSI.
No entanto, os pesquisadores descobriram que o comando de voz clandestino conta com algumas sérias limitações. Ele só funciona, por exemplo, em dispositivos que possuem fones de ouvido habilitados para microfone. Também existe o fato de que muitos aparelhos Android ainda não têm o Google Now ativado a partir da tela bloqueada e o comando de voz é definido para reconhecer apenas a voz do usuário. No caso da Siri, ela só é ativada a partir da tela bloqueada caso reconheça a voz do dono do dispositivo. Os hackers ainda contam com outra limitação: os usuários mais atentos podem perceber o que está acontecendo no aparelho e cancelar antes que a ação seja concluída.
Os franceses acreditam ainda que os hackers podem esconder os equipamentos utilizados no ataque dentro de mochilas em áreas lotadas, usando os comandos de voz para todos os telefones presentes no local. "Você poderia imaginar um bar ou um aeroporto onde há muitas pessoas. O envio de algumas ondas eletromagnéticas poderia fazer com que uma série de smartphones liguem para um número pago, gerando dinheiro", diz Strubel.
A recomendação é que os usuários tomem cuidado para o uso das funções de comando de voz e que sempre que for possível, deixar o recurso desativado quando a tela estiver bloqueada. Os pesquisadores ainda entraram e contato com a Apple e com o Google e aconselharam uma blindagem mais eficiente nos cabos dos fones de ouvido, além da criação de um possível sensor que faça o bloqueio do ataque.
Fonte: Wired


Matéria completa: http://canaltech.com.br/noticia/hacker/pesquisadores-descobrem-que-siri-e-google-now-podem-ser-hackeados-50907/#ixzz3ojEzAqrI 
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quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Healhcare sector under risk

Healthcare industry is increasingly a target for cybercriminals
Darren Allan 14/10/2015
By Darren Allan, CONTRIBUTING EDITOR
SECURITY NEWS Healthcare industry is increasingly a target for cybercriminals
The healthcare industry is increasingly looking like a tempting target for cybercriminals, according to a new piece of research.

The study in question is the 2015 Security Health Check Report from Trustwave, which took in the opinions of almost 400 professionals working in healthcare in the US.

SEE ALSO: Steve "the Woz" Wozniak trolls Samsung: Sells "worthless" Galaxy Gear smartwatch on eBay

And no less than 91 per cent of respondents on the technical side said they believed that malicious parties are increasingly targeting healthcare organisations (compared to 77 per cent of non-technical respondents – although that’s still a high figure).

Medical data is obviously of a sensitive nature, and therefore quite a potential prize for cybercriminals – and indeed the reputation of the health sector as a soft target in terms of defences won’t help.

Indeed, the survey also pointed out that only 10 per cent or less of healthcare organisation’s IT budget is put into security measures to protect patients’ data.

When asked whether they were concerned about their company being breached by a hacker, 74 per cent of technical respondents said they were (and 51 per cent of non-technical respondents).

And just over a third of technical respondents said that they believe their organisation does not have enough staff members dedicated to security, with the same amount stating that their company only performs vulnerability testing once per year.

65 per cent of non-technical respondents said external threats were much more of a worry than insiders, and a quarter indicated that their organisation doesn’t have an incident response plan.

Steve Kelley, senior vice president of corporate and product marketing at Trustwave, commented: “Today’s health care industry is under attack. From hospitals to physicians to urgent care clinics, health care organisations are swimming in consumer data and must make security a priority in order to protect it.

“Security challenges are nothing new for any business but the level of distress exponentially increases when someone’s life may actually depend on the protection of sensitive data.

Read more: http://www.itproportal.com/2015/10/14/healthcare-industry-is-increasingly-a-target-for-cybercriminals/#ixzz3oXERfqEf

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Medical devices vulnerable to hackers

Medical devices vulnerable to hackers

A boy having an MRI scanImage copyrightGetty Images
Image captionThe researchers set up a fake MRI machine to test whether it would attract hackers
Thousands of critical medical systems, such as MRI machines, are available for hackers to access online, according to researchers.
Some 68,000 medical systems from a large unnamed US health group have been exposed, they said.
Security researchers Scott Erven and Mark Collao presented their findings at hacker conference Derbycon.
They also revealed that they had created fake medical devices which attracted thousands of hackers.
Interfaces connected to medical systems were available via search engine Shodan, the researchers told conference-goers.
The researchers used Shodan - a search engine specifically for internet-connected devices - to look for exposed software from a range of health treatment providers, such as radiology and paediatric clinics, as well as one large healthcare organisation.
They told tech news website the Register that they ended up with "thousands of misconfigurations and direct attack vectors".

Medical malware

Hospitals whose networking equipment and administrative computers were exposed online risked attacks and the exposure of patient data, they said.
Such information would allow attackers to build up details on health organisations, including exact information about where medical devices were housed, they added.
Then it would be a case of "crafting an email and sending it to the guy who has access to that device with a payload that will run on the machine", Mr Collao said.
Presenting their findings at hacking conference Derbycon, the researchers said they had reported dozens of vulnerabilities to big-name medical device manufacturers over the last year.
The pair also ran an experiment to illustrate how hackers were already targeting medical devices.
For six months, they ran fake MRI and defibrillator machines in the form of software which mimicked the real devices.
The two fake machines attracted tens of thousands of login attempts and some 299 attempts to download malware, the researchers said.
The fact that their "honeypot" devices attracted so much interest suggests that medical devices are a target for hackers, said security researcher Ken Munro.
He emphasised the need to make the real-life versions more secure.
"Medical devices should not be available on the public internet. They should be behind multiple layers of protection," he said.
"Based on their research, we can see that hackers will have a go at devices that are clearly critical medical systems. That is scary, if unsurprising.
"What is even scarier is that the research shows that some medical devices have already been compromised."

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